Ignorância, lendas e taijiquan

Ignorância, lendas e Taijiquan (Tai Chi Chuan)

Por Stanley Henning. Este artigo foi publicado originalmente no Journal of the Chen Style Taijiquan Research Association of Hawaii, Vol. 2, Nº. 3, pp. 1-7. Traduzido e publicado aqui sob autorização expressa do autor.

(…) Foi precisamente devido ao desanimador estado de ignorância que observei cercando a história das artes marciais chinesas que inicialmente publiquei um artigo entitulado “The Chinese Martial Arts in Historical Perspective” (“As artes marciais chinesas sob uma perspectiva histórica”), na edição de Dezembro de 1981 do Military Affairs (Assuntos Militares), agora Journal of Military History (Jornal de História Militar). Eu escolhi um jornal acadêmico para “… tentar extraí-las [as artes marciais chinesas] da esfera do mito e sedimentar o caminho para colocá-las no campo da pesquisa histórica respeitável.” 1 Eu escolhi um periódico sobre história militar para enfatizar o fato (não uma opinião) que as origens das artes marciais chinesas, incluindo o box, estão enraizadas na prática militar (e não na religiosa).

Agora, 13 anos mais tarde, eu noto que a ignorância ainda parece ser a regra, e não a exceção. Por que? Depois de ler o livro de Paul Crompton The Art of T’ai Chi (A Arte do T’ai Chi – Rockport, MA: Element, Inc. 1993) eu concluí que pelo menos parte da razão deste estado das coisas é porque a frase “ignorância é felicidade” não é apenas um dístico, mas um fato para alguns. Depois de admitir que a história de Zhang Sanfeng [n. do t.: por vezes grafado como “Chang San Feng”] é provavelmente um mito, Crompton diz que “Verdade ou não, a prórpia existência da lenda tende a elevar o T’ai Chi e fazê-lo algo a ser almejado.” 2 Ora, que endosso significativo! Em outras palavras, o prestígio do taijiquan (tai chi chuan) sobe devido à nada!

Eu tenho razoável convicção que os assinantes deste periódico não almejam o aprendizado do taijiquan (tai chi chuan) basedos meramente na existência de lendas, como Crompton descreve, mas que estejam interessados em aprender sobre os fatos e possíveis motivos por trás das lendas associadas ao taijiquan (tai chi chuan). No entanto, para isto é preciso examinar o assunto em dois níveis: um da perspectiva da arte marcial, e outro do meio social mais amplo no qual as artes marciais eram apenas um elemento.

Na verdade, a lenda de Zhang Sanfeng pode ser vista como tendo três fases: a fase I (anterior a 1669) meramente afirma que Zhang era um imortal Taoísta; a fase II (após 1669) diz que Zhang originou a escola “interna” de box; e a fase III (após 1900) diz que Zhang originou o taijiquan (tai chi chuan).

A lenda de Zhang Sanfeng apareceu durante o período Ming (1368-1644), baseada na associação próxima entre os governantes Ming e sacerdotes Taoístas, cujas profecias haviam apoiado o fundador da dinastia. Pouco é sabido a respeito de Zhang exceto que ele era descrito como um eremita itinerante e excêntrico, com poderes mágicos, que morreu uma vez e voltou à vida, e cuja vida teria compreendido um período de mais de 300 anos. O Imperador Chengzu (1423-1504) gastou uma quantidade considerável de dinheiro para reconstruir os mosteiros destruídos pela guerra em Wudang, o refúgio favorito de Zhang, e diz-se que uma busca de 13 anos que ele iniciou para encontrar Zhang fora na verdade parte de uma fachada intrincada para um esforço mais urgente de localizar o Imperador Jianwen, vítima de um golpe comandado por Chengzu. Nem o Imperador Jianwen nem Zhang foram jamais encontrados, mas no final o Imperador Yingzong canonizaria Zhang em 1459, num lance que seria sem dúvida aplaudido por Paul Crompton. Durante esta fase formativa da lenda de Zhang Sanfeng não há menção de um envolvimento seu com artes marciais. 3 A falta de comentários a respeito é significativa, pois era prática comum incluir este tipo de informação nas biografias hitóricas das dinastias.

A primeira referência a Zhang Sanfeng como um mestre de box é encontrada no Epitáfio para Wang Zhengnan (1669), composto pot Huang Zongxi (1610-1695) mas, como indiquei no meu artigo de 1981, a real importância desta composição na sua época não estava tanto nas suas referências ao box quanto no seu simbolismo anti-Manchu. O Epitáfio é a primeira referência na história das artes marciais chinesas a descrever o box em termos de uma escola Shaolin ou “externa” oposta a uma escola “interna” de box, originada por um imortal Taoísta do Monte Wudang, Zhang Sanfeng. 4 Enquanto o Epitáfio cumpre o seu objetivo de elogio à Wang Zhengnan, ele envia também duas outras mensagens, uma refletindo tendências no pensamento sobre o box e outra de desafio político.

A maior tendência de pensamento sobre o box refletida no Epitáfio é a ênfase no conceito de “repouso” superando o “movimento”, ou o aspecto mental em relação aos aspectos físicos do box. Este não é necessariamente um conceito novo. Yu Dayou advogava isto em seu manual sobre luta com bastão (1565), 5 e a sua base pode ser rastreada até a Arte da Guerra de Sun Zi (c. 476 A.C.) 6 Este conceito envolve tirar vantagem do movimento do adversário e poderia ser percebido como uma abordagem defensiva contrapondo-se a uma ação ofensiva. Esta abordagem “militar” mais disciplinada estava em dissonância com movimentos mais “individualistas” ou “rebuscados” que caracterizavam estilos mais populares, que eram descritos convenientemente como “box Shaolin” no Epitáfio.

Embora o Shaolin fosse o símbolo ideal para representar os estilos mais numerosos e populares de box, isto deu origem a sérios mal-entendidos e, como resultado, trabalhos posteriores a começar do manual de box de Zhang Kongzhao (1784) 7 atribuíram a origem do box chinês ao mosteiro de Shaolin (não há menção à Bodhidarma até bem mais tarde – c. 1900). Ao mesmo tempo, o mítico Zhang Sanfeng, abençoado com a santidade por um Imperador Ming, serviu de contraponto ideal ao box Shaolin. Afinal, como não se podia provar se o próprio Zhang havia sequer existido ou mesmo qualquer dos seus supostos feitos, não faria mal algum afirmar que ele havia inventado um estilo de box.

Pode-se dizer que a composição de Huang Zongxi de um epitáfio para um mestre de box era, em si mesma, um ato de despeito contra a autoridade Qing, a quem ele se recusava a servir, mas o simbolismo de uma escola “interna” de box representada por Zhang Sanfeng em oposição a uma escola Shaolin “externa” foi o ato maior de desafio político através da literatura. A escola “externa” do mosteiro Shaolin representava o Budismo exógeno, o que simbolizava os agrassores Manchus, enquanto a escola “interna” e Zhang Sanfeng representavam o Taoísmo endógeno, que suplantaria seus opressores. A extensão total do sentimento anti-Manchu de Huang é revelada próximo do final do Epitáfio, onde as datas de nascimento e morte de Wang Zhengnan são gravadas com combinações de caracteres do calendário cíclico de 60 anos em lugar do costumeiro título do reino imperial que, se usado, teria indicado um reconhecimento ao governo Qing. 8 Um historiador notório, Huang incluiu até mesmo uma observação sobre a possibilidade de imprecisões no conteúdo do Epitáfio explicando que ele o escrevera baseado num pedido e em dados fornecidos por um senhor Gao Zhensi. 9 Fundamentado primariamente nesta composição, mais simbólica que factual, um registro foi feito na edição de 1733 da Gazeta de Ningbo sobre Zhang Songqi, um mestre da escola “interna” de box do período de Ming Jiajing (1522-1566) 10 e um registro foi feito no Manuscritos Históricos dos Qing sobre Wang Zhengnan. 11 Ambos registros incluem a história de Zhang Sanfeng das origens da escola “interna” de box.

Em 1727 o Imperador Yongzheng promulgou um edito que instruía oficiais locais a proibirem estritamente o ensino individual de “box e bastão”, como eram chamadas as artes marciais. 12 O Imperador Qianlong (1736-1795) comandou uma inquisição literária severa que destruiu muitos escritos do período de 1550 a 1750. Uma antologia dos escritos de Huang Zongxi contento o Epitáfio foi proscrita e destinada à destruição, mas sobreviveu para tornar-se uma fonte importante de controvérsia na história das artes marciais chinesas. 13 Desde então os estilos de box vêm sendo arbitrariamente rotulados como da escola “externa” de Shaolin ou da escola “interna” de Wudang, e enfim o taijiquan (tai chi chuan) foi rotulado como “interno” e identificado com a lenda de Zhan Sanfeng.

Algumas fontes afirmam que Li Yiyu (1832-1892) teria citado Zhang como originador do taijiquan (tai chi chuan) num manuscrito copiado à mão datado de 1867, mas ele abandonou a referência num manuscrito posterior datado de 1881. 14 Este manuscrito posterior, que Xu Zhedong publicou inicialmente em 1935, meramente afirma que o originador é desconhecido. 15 A tentação de identificar o taijiquan (tai chi chuan) com a escola “interna” de box e a lenda de Zhang Sanfeng é compreensível, no entanto na época teria sido muito arriscado idenficá-lo tão proximamente com uma figura lendária favorecida pelos governantes Ming e associada com os escritos de um patriota Ming, Huang Zongxi. A ferocidade da inquisição literária do Imperador Qianlong manteve os escritores mais ou menos sob controle por quase um século após o seu reinado. Mesmo o nome “taijiquan (tai chi chuan)” era suspeito e pode não ter sido mencionado fora de um pequeno círculo de praticantes até depois da revolução de 1911. O Imperador Qing Taizong (1627-1643) chamou a si próprio de Imperador Taiji, e havia tabus rigorosos sobre usar o nome de Imperadores. 16 Evidências de que isto pode ter acontecido podem ser vistas na falta de quaisquer menções ao Taijiquan nos Sumários Extra-oficiais Categorizados dos Qing (1917), que devota um volume completo (196 páginas) à histórias de mestres e estilos marciais. 17 A primeira História da Educação Física Chinesa (1919) também não menciona o taijiquan (tai chi chuan) dentre 69 dos estilos contemporâneos mais conhecidos. 18 A maioria do nosso conhecimento sobre o taijiquan (tai chi chuan) data dos esforços de Tang Hao (1897-1959) e Xu Zhedong durante a década de 1930.

Muitos mestres de box não eram alfabetizados mas a maior parte das informações foi codificada em poemas, memorizada, e passada em frente oralmente apesar das restrições dos Qing. Alguns dos que eram letrados, como Wu Yuxiang (1812-1880) e Li Yiyu, produziram manuais manuscritos caramente guardados, alguns dos quais foram descobertos na década de 1930 e foram editados para apreciação de um público mais amplo.

O primeiro trabalho abertamente publicado associando Zhang Sanfeng com o taijiquan (tai chi chuan) foi o Clássicos do Taijiquan (1912), editado por Guan Baiyi. De acordo com Tang Hao, Guan editou-o para Xu Longhou, que tinha estabelecido a Associação de Pesquisa em Educação Física da Capital em seguida à revolução de 1911. 19 Xu incluiu este material no seu Explicação Ilustrada das Formas de Taijiquan (1921). A alteração flagrante de detalhes vindos de fontes existentes presentes neste livro revela um esforço consciente de forçar a inclusão arbitrária da lenda de Zhang Sanfeng na história do taijiquan (tai chi chuan). A parte mais transparente deste esforço é refletida na substituição de Wang Zongyue (período de Qianlong), a quem é costumeiramente creditada a autoria do mais importante tratado de taijiquan (tai chi chuan), Teoria do Taijiquan, por Wang Zong (deixando de fora o terceiro caracter), que está listado como um discípulo do meio do período Yuan da escola “interna” de box no Epitáfio de Huang Zongxi. 20

Xu Longhou estudou sob Yang Jianhou (1839-1917), cujo pai, Yang Lucan (1799-1872), trouxe os segredos do taijiquan (tai chi chuan) do vilarejo de Chenjiagou na província de Henan para Beijing (c. 1860), assim o livro de Xu, como a primeira fonte sobre Taijiquan amplamente disponível, colocava o estilo Yang em evidência quando os líderes da nação estavam apoiando fortemente programas de educação física como parte de um esforço geral para fortalecer a disposição nacional contra incursões imperialistas na China. Seu livro criou um precedente e aqueles que o seguiram, particularmente livros sobre o estilo Yang, tenderam a copiar a história de Zhang Sanfeng a respeito das origens do taijiquan (tai chi chuan). De fato estes ultrapassavam a chamado do dever atribuindo porções dos escritos de Wu Yuxiang à Zhang Sanfeng. 21 Além do mais, que fundador de respeito deixaria de passar adiante algumas pérolas de sabedoria? Wu estaria apenas transmitindo os escritos do fundador. De qualquer forma, quem poderia saber? Na verdade, os “clássicos” mais importantes do estilo Yang são escritos de Wu, exceto pelo Teoria do Taijiquan de Wang Zongyue, e há quem acredite que Wu teria escrito até mesmo este além de ter inventado o termo “taijiquan (tai chi chuan)” em torno de 1854, mas isto é outra história. 22

Por que parece haver tanta preocupação em associar o taijiquan (tai chi chuan) com a lenda de Zhang Sanfeng entre 1912 e 1921, mais de 60 anos depois de o estilo de box praticado em Chenjiagou ter recebido o nome “taijiquan (tai chi chuan)” e ter sido levado para o grande centro? A resposta pode estar numa combinação de eventos que começaram com a primeira referência ao “Dharma” ou Bodidharma como o originador do box de Shaolin numa novela popular, As Viagens de Lao Ts’an, primeiro publicada na Revista de Ficção Ilustrada entre 1904 e 1907. 23 Este publicação foi seguida de perto pelo livro entitulado Métodos da Escola de Shaolin, que apareceu como uma série num jornal de Shanghai em 1910. 24 Este livro, de origem incerta mas escrito num tom de sociedade secreta anti-Manchu, expandiu a história de Bodidharma e, em 1915, foi alterado e publicado como Segredos do Box Shaolin sob o pseudônimo “Mestre do Estudo sobre Respeito Próprio” (provavelmente uma alusão à sentimentos anti-Manchu e anti-imperialistas). 25 De acordo com Tang Hao este livro foi tão popular que quase 30 reedições haviam inundado o mercado até 1919, e influenciou outros autores desde então, a começar com a História da Educação Física Chinesa (1919) de Guo Shaoyu, que foi o primeiro livro popular chinês sobre este assunto. 26 Não é difícil ver como os mestres de taijiquan (tai chi chuan) podem ter se sentido pressionados a competir por popularidade contra uma campanha publicitária como esta num ambiente cada vez mais comercial. Sob estas circunstâncias, Zhang Sanfeng era um contraponto à Bodidharma feito sob medida.

A lenda de Zhang Sanfeng tem um apelo popular claro, e à pimeira vista pode ser até um pouco plausível para o popular médio. Este aspecto de relações públicas combina-se com o fato que o taijiquan (tai chi chuan), ao contrário de outros estilos, parece ter respondido mais efetivamente às demandas volúveis da sociedade no último século, de forma a ter evoluído de uma arte marcial pouco conhecida praticada num vilarejo rural para um fenômeno mundial.

Muitas das informações necessárias para se fazer afirmações inteligentes sobre as origens do taijiquan (tai chi chuan) e outros aspectos das artes marciais chinesas está à disposição, mas o que é mais importante é interpretá-las de forma crítica e com mais conhecimento do ambiente social em que estas artes floresceram.

Referências

[1.] Henning, Stanley E., “The Chinese Martial Arts in Historical Perspective,” Military Affairs, Dez. 1981.

[2.] Crompton, Paul, The Art of T’ai Chi (Rockport, MA: Element, Inc., 1993), p. x.

[3.] Seidel, Anna, “A Taoist Immortal of the Ming Dynasty: Chang San-feng”, em W.T. de Bary & The Conference on Ming Thought, eds., Self and Society in Ming Thought (N.Y.: Columbia University Press, 1970, pp. 483-531). O mais abrangente, mas nem sempre preciso, paper sobre este assunto em Inglês. Oferece boa cobertura da fase I da lenda, concluindo que “Suas Biografias e lendas não contêm a mais leve alusão a ele ser um mestre de box…” (p. 484)

[4.] Ibid., pp. 504-505, afirma que a primeira referência está na Gazeta de Ningbo [Ch.], a edição de 1560 não contém tal referência. A referência na edição revisada de 1733 é baseada no Epitáfio de Huang Zongxi [Ch.] (c. 1669) e no Métodos de Box Interno de Huang Baijia’s [Ch.]. p. 505, afirma que a escolha de Zhang Sanfeng como santo padroeiro da escola “esotérica” foi um contraponto ao papel de Bodhidharma na escola Shaolin. A escolha não aconteceu até o século XX.

[5.] Yu Dayou, “Clássico da Espada”, em Antologia Literária do Salão da Retidão [Ch.], 1565.

[6.] Giles, Lionel, trad., Sun Tzu on the Art of War (London: Luzac & Co., 1910), p. 67, linha 30.

[7.] Zhang Kongzhao, ed., Clássico do Box: Fundamentos do Box [Ch.], 1784.

[8.] Henning, p. 176.

[9.] Tang Hao, Pesquisa Shaolin-Wudang [Ch.] (1930), (Hong Kong: Unicorn Press, 1968), pp. 76-77.

[10.] Cao Bingren, ed., Gazeta de Ningbo [Ch.], 1733.

[11.] Manuscritos Históricos dos Qing [Ch.], 1927.

[12.] Registros de Donghua [Ch.], Yongzheng Ano 5, 1727.

[13.] Goodrich, L.C., The Literary Inquisition of Ch’ien Lung (New York: Paragon Books Reprint Corp., 1966), pp. 65, 247.

[14.] Huang, Alfred, Complete T’ai Chi (Tokyo: Charles E. Tuttle Co., 1993), pp. 47-48, Meng Naichang, “Pesquisa sobre Zhang Sanfeng” na Revista Wudang Magazine [Ch.], Edição Especial de 10º Aniversário 1, 1991, pp. 2436.

[15.] Xu Zhedong, Abordagem Correta e Reconhecimento de Aspectos Falsos dos Manuais de Taijiquan: Edição Combinada [Ch.] (1935) (Taipei: Zhenshanmei Press, 1965).

[16.] Zhao Ximin, “Pesquisa sobre as 13 Posturas do Taijiquan,” em Asoociação de Artes Marciais da República da China, eds., Coleção de Materiais Históricos das Artes Marciais Chinesas [Ch.], Vol. 5, 1980, pp. 85-109.

[17.] Xu Ke, ed., Sumários Extra-oficiais Categorizados dos Qing [Ch.] (Shanghai: Commercial Press, 1917), Vol. 22.

[18.] Guo Shaoyu, História da Educação Física Chinesa [Ch.] (Shanghai: Commercial Press, 1919).

[19.] Tang Hao, Pesquisa sobre o Grão-Mestre de Taijiquan Wang Zongyue [Ch.] (1935) (Hong Kong: Unicorn Press, 1969), p. 2.

[20.] Xu Longhou, Explicação Ilustrada das Formas de Taijiquan [Ch.], (1921) (Taipei: Zhonghuawushu Press, 1970), pp. 8-10.

[21.] Chen Weiming, A Arte do Taijiquan (1925) (Taipei: Zhonghuawushu Press, 1970), pp. 53-70; Zheng Manqing, Os 13 Capítulos de Zheng sobre Taijiquan (Hong Kong: Dongya Press, 1957), pp. 108-114; Sun Fuquan, O Estudo do Taijiquan (1924) (Taipei: Zhonghuawushu Press, 1973), pp. 1-4. NOTA: todos os livros em [Ch.]

[22.] Zhao Ximin, Op. Cit.

[23.] Liu T’ieh-yun (Liu E), The Travels of Lao Ts’an, traduzido e anotado por Harold Shadick (Westport, CT: Greenwood Press, Publishers, 1986), p. 73.

[24.] Li Yingang, ed., Explicação Ilustrada dos Métodos da Escola Shaolin (Texto Antigo) [Ch.] (1922), (Hong Kong: Unicorn Press, 1968), críticas de Tang Hao e Xu Zhedong anexas.

[25.] Mestre do Estudo sobre Respeito Próprio, Segredos do Box de Shaolin [Ch.] (1915) (Taipei: Zhonghuawushu Press, 1971), críticas de Tang Hao e Xu Zhedong anexas. [26.] Guo Shaoyu, Op. Cit., pp. 47-49.